REGINA MACHADO
Aos 7 anos de idade comecei a estudar violão popular na escola em que cursava o primeiro grau. Por volta dos 12 anos ingressei no Conservatório Dramático e Musical Bandeirantes, em Santo Amaro (SP) para dar continuidade aos estudos de violão, porém agora com ênfase na música erudita. Também foi nesse mesmo Conservatório onde participei pela primeira vez de um Coral.
Já aos 14 anos transferi-me para o Conservatório Musical do Brooklin Paulista, continuando meus estudos de violão erudito com Paulo Porto Alegre. Paralelamente retomei os estudos de violão popular com César Nogueira. Durante esse período participei constantemente de diversas atividades no colégio, que envolviam música, entre elas um Festival da Canção , obtendo 1o e 3o lugares, e a montagem da peça Morte e Vida Severina, de João Cabral de Mello Neto com músicas de Chico Buarque. Ainda no ano de 1980, freqüentei o curso de Psicologia da Música, ministrado pela professora Maria de Lourdes Sekeff, com certificado oferecido pela Pró Arte.
Em 1981 realizei um curso de Harmonia no CMBP recebendo aulas de Amilson Godoy. Participei de show universitário na cidade de Lins (SP) e recebi a menção honrosa de melhor intérprete no Festival da FAAP, quando interpretei a canção “O Pintor” de Ana Amélia Savóia.
Em 1982, aos 17 anos, comecei a cantar em uma banda a qual demos o nome de Contraponto. Éramos eu, Sérgio Sciotti, Sérgio Basbaum, Sérgio Bártolo , Ronaldo Basbaum e Flávio Sandoval, respectivamente, voz, piano, guitarra, baixo, bateria e sax. Apresentamo-nos no Projeto Seis e Meia da Biblioteca Mário de Andrade, além de iniciar o circuito de bares da cidade. Nesse mesmo ano iniciei meus estudos de canto lírico com Caio Ferraz, no Conservatório Musical do Brooklin Paulista, Logo recebi um convite para fazer vocal para o cantor e compositor Tom Zé. E foi ao lado dele que gravei algumas histórias infantis para o Projeto Taba da Abril Cultural, além de fazer vários shows pela capital e interior de São Paulo.
Em 1983, junto com o grupo Contraponto, participei da I Semana Elis, no Centro Cultural São Paulo, evento produzido pela Rede Globo de Televisão. Também no CMBP participei do VI Curso De Técnica e Interpretação Violonística, recebendo aulas de Giácomo Bartoloni, Oscar Ferreira de Souza, Ricardo Rizek e Marília Pini entre outros. Nesse mesmo ano participei como vocalista ao lado de Tom Zé, do Programa Viva a Música Popular Brasileira. Levado ao ar pela Rede Bandeirantes e dirigido por Fernando Faro, o programa recontava a história da Música Popular Brasileira desde o início do século. Era apresentado pelo ator Othon Bastos, e nós cantamos “Tropicália” de Caetano Veloso.
Foi ainda em 1983 que comecei minha atividade como professora de canto na escola de música Art Livre. E fui aluna do curso de Improvisação Vocal ministrado por Teófilo Mayer na Secretaria de Estado da Cultura. Em 1984 participei como cantora e produtora da II Semana Elis, também no Centro Cultural São Paulo, que contou com a colaboração de vários outros artistas, sendo sucesso absoluto de público. Foi nesse ano que gravei o tema do filme “O Baiano Fantasma” de Denoy de Oliveira, que recebeu muitos prêmios, entre eles o de melhor trilha, no Festival de Gramado.
Em 1985 minhas atividades como cantora e também como produtora já estavam muito intensas, tanto que participei da III Semana Elis e fui convidada a produzir, juntamente com Elifas Andreato, José Amâncio e Ana Basbaum, a Semana Paulista de Arte. Mega-evento realizado pela Rede Globo de Televisão, que reuniu durante uma semana, artistas de todas as áreas para shows, exposições, espetáculos de teatro e dança no Centro Cultural São Paulo. Nesse mesmo ano recebi o primeiro convite para participar do programa Som Brasil, levado ao ar nas manhãs de domingo pela Rede Globo, com apresentação de Lima Duarte. Cantei “ Linda Flor” de Luis Peixoto, Marques Porto e Henrique Vogeler. Foi ainda no ano de 85 que estudei técnica vocal com Nancy Miranda.
Em 1986 realizei meu primeiro show solo, “Sintonia”, com direção de Flávio Dias, fui acompanhada por uma banda muito competente, o Virado à Paulista, que era formado pelos músicos, Roberto Lazzarini (teclados), Deise (guitarra), Leandro (baixo), Edson (bateria) e Irupê (sax). Apresentei este show em diversos teatros da cidade, como Sesc Pompéia, Espaço OFF, Biblioteca Mário de Andrade etc.
Mais uma vez fui convidada a participar do Programa Som Brasil, desta vez cantando a música “Mazzaropi” de Jean e Paulo Garfunkel. Foi ainda em 1986 que comecei a dar aulas de canto no Espaço Musical, escola de música dirigida por Ricardo Breim.
Em 1987 fui convidada a participar do Projeto Cunhantã, evento que reuniu mulheres cantoras, compositoras e instrumentistas no Sesc Pompéia. Após assistir a minha apresentação, o jornalista Marco Antonio de Lacerda, então crítico de música do jornal O Estado de São Paulo, publicou uma pequena matéria intitulada “Guardem o nome desta Cunhantã”, onde chamava à atenção das gravadoras para a qualidade diferenciada do trabalho que eu realizava na época. Nesse mesmo ano estreei meu segundo show solo, “Passeando pelo blues”, desta vez acompanhada pelos músicos:Ítalo Perón (violão), Ney Marques (guitarra) e Fernando Maricondi (sax e flauta). Durante os anos de 87 e 88 seguimos apresentando o show por diversos teatros e casas noturnas de São Paulo.
E foi numa dessas apresentações que conheci o grande autor e diretor de teatro Fauzi Arap. Eu que sempre acompanhei os trabalhos de Fauzi, tanto no teatro quanto na música (ele dirigiu os mais importantes espetáculos da cantora Maria Bethânia), fiquei surpresa e muito feliz quando, depois do show, ele veio ao meu camarim trazido por uma amiga . Pois, no ano seguinte recebi uma proposta do mesmo Fauzi Arap para integrar o projeto Rosa dos Ventos da MPB, que resgataria o espaço do Teatro de Arena Eugênio Kusnet para a música brasileira. Na realização desse projeto conheci e trabalhei ao lado de grandes artistas do teatro e da música como Chico de Assis, Carlos Colabone, Sueli Costa e Belchior, que compôs uma canção especialmente para que eu cantasse durante os meus shows dentro do Projeto.
Já em 1990, dirigida cenicamente por Carlos Colabone, realizei um novo espetáculo intitulado “Tua Presença”, com direção musical de Ítalo Perón. Estreamos e permanecemos por duas semanas no Teatro Crowne Plaza. Fui acompanhada, mais uma vez, por excelentes músicos como Lilian Carmona (bateria), Plínio Cutait (teclado), Carlinhos Moreira (sax), AC (baixo), além do próprio Ítalo no violão e guitarra.
No ano de 1991, um desejo de aprofundar um pouco mais meus conhecimentos de técnica vocal, me levou a Nova Iorque para um curso de Vocal em Jazz na Manhattan School of Music. Foi uma experiência incrível e que mudou radicalmente a direção da minha vida. Ao voltar dessa viagem, com um desejo de estudar cada vez maior, resolvi retomar o caminho da Universidade que havia deixado para trás dez anos antes… Foi assim que comecei a fazer cursinho e no final do ano prestei vestibular para Música: Composição e Regência na UNESP e Música Popular na UNICAMP. Tendo entrado nas duas, optei pela segunda por tratar-se de um curso de música popular que já era minha área de atuação profissional.
Em 1992, aos 27 anos, lá ia eu para Universidade… Foi uma experiência que ampliou muito meu campo de visão. Na universidade tive aulas com ótimos professores, entre eles, Fernando Faro, que contava a História da Música Popular Brasileira, Ciro Pereira, arranjo, Adriana Giarolla Kayama e Niza de Castro Tank, técnica vocal, Elisa Zein percepção, Hilton Valente (Harmonia) e Ulisses Rocha (violão) entre outros.
Também em 1992 comecei a dar aulas de canto sem vínculo com nenhuma escola, mas já esboçando o que mais tarde se tornaria a minha própria escola, Canto do Brasil Atividade e Ensino Musical.
Continuando minha atividade como produtora, idealizei e produzi o projeto Ciclos Musicais que reuniu em concertos didáticos, quatro dos maiores violonistas brasileiros: Ulisses Rocha, Paulinho Nogueira, Paulo Belinatti e Marco Pereira. Como o Marco vinha do Rio para fazer o workshop, achei que seria interessante colocá-lo para tocar em outros lugares. Ele estava lançando o cd Bons Encontros, em parceria com um dos maiores pianistas brasileiros, Cristóvão Bastos. Assim, fechei uma data no Teatro Crowne Plaza para realizar o lançamento do cd em São Paulo. Nessa época o Marco estava casado com Gal Costa, que veio para uma participação especial no show, cantando quatro canções! Foi um sucesso total! O público, e eu também, ficamos encantados com a possibilidade de ver a Gal cantando num teatro pequeno, num espetáculo super intimista, quase um concerto!
Retomando minha atividade como cantora, nesse ano participei do Projeto Interior Acústico, ao lado dos violonistas Ítalo Perón e Claudio Duarte. Fizemos várias apresentações por algumas cidades do estado de S.Paulo, como Limeira e Americana, levando música brasileira e também algumas canções da Renascença Inglesa para violão e voz.
No ano de 1993 atuei como produtora do violonista Paulo Belinatti, levando-o a realizar diversos concertos pela Capital e interior do Estado. Foi também nesse ano que ministrei o curso A Voz e a Canção, dentro do projeto No Canto da Bossa, realizado pelo Sesc Consolação. Devido ao sucesso do curso, no ano seguinte, 1994, recebi outro convite do Sesc para ministrar um novo curso, desta vez abordando a utilização da voz em estúdio. Também no Sesc Consolação, ao lado de Ítalo Perón, violão, e Pratinha, flauta, realizei concerto didático sobre a História da Música Popular Brasileira.
Minha vida profissional seguia paralela à vida universitária, e por conta disto comecei a desenvolver pesquisa sobre produção musical, com especial atenção para a música que se fazia no estado de São Paulo. Desta forma, foi ainda durante este mesmo ano, que escrevi e produzi, juntamente com Silvia Ferreira então proprietária do Teatro Hall em São Paulo, o projeto OS CAMINHOS DA CANÇÂO BRASILEIRA. Durante uma semana reunimos no Teatro músicos, cantores, compositores, produtores e teóricos para discutir a canção. O projeto contou com a participação de pessoas importantíssimas, entre elas, Fernando Faro, Tom Zé, José Miguel Wisnik, Mônica Salmaso, Dante Ozzetti, José Roberto Zan, Hilton Valente e Rita Ribeiro. E foi ainda nesse mesmo ano, também no Teatro Hall, que apresentei meu novo trabalho solo, acompanhada por Cristina Carneiro (teclado), Du Moreira (baixo) e Rô Fonseca (guitarra).
No ano de 1995, produzi um workshop sobre arranjo vocal com o grande músico e arranjador Edgar Gianullo e o grupo 4×4. Vocal formado por Silvinha Araújo, Angela Márcia, Faúde e o próprio Edgar. Participei das gravações do cd do compositor Inácio Zats, cantando a música LA NAVE VA, e da montagem da ópera “Dido e Aeneas” pelos alunos da Unicamp, quando interpretei a personagem Sorceress. Em 1996, já formada em Música pela Unicamp, decidi retomar minhas aulas de canto erudito, desta vez com Celine Imbert.
Foi em 1997 que inaugurei minha própria escola, Canto do Brasil Atividade e Ensino Musical, com o objetivo de oferecer uma formação diferenciada para aqueles que desejam aprender ou aprimorar o canto, com objetivos profissionais ou não. E no final desse mesmo ano dei início ao mais importante passo da minha carreira artística, pelo menos até então. Após pesquisa e escolha de repertório, e a confecção dos arranjos por Mário Manga, iniciamos a gravação do meu primeiro cd, que receberia depois, o nome de “Sobre a Paixão”.
Meu grande desejo ao idealizar o cd era sintetizar toda a minha longa jornada pelos caminhos da música. E foi com a ajuda de Silvia Ferreira, minha parceira em algumas composições e na concepção do trabalho, e também com a fundamental colaboração do grande músico e arranjador Mário Manga, que cheguei ao formato de SOBRE A PAIXÃO. Em 1998 concluímos os trabalhos de gravação e mixagem. Encomendei ao Gal Oppido as fotos e o projeto gráfico que ele fez em parceria com sua esposa, Helenice Diamante.
Ainda no ano de 1998, encontrei um tempinho para dirigir o show de lançamento do primeiro cd do grupo vocal Arirê no teatro do Museu da Imagem e do Som (MIS _SP). 1999 foi um ano de negociações em torno do cd, liberação de direitos autorais e por fim, esperar que a gravadora (DABLIÚ Discos) industrializasse o produto. Enquanto aguardava a finalização de tudo isso, realizei um concerto sobre repertório que já vinha estudando desde 97, com canções de Gabriel Faurè. Neste trabalho fui acompanhada por Roberta Marcinkowski, que além de violista (participou das gravações do meu cd e vêm realizando os shows ) é também pianista.
Junto com o Grupo Tarsila, formado por cinco mulheres que fazem música instrumental da melhor qualidade, utilizando uma instrumentação diferenciada (violino, cello, flauta, vibrafone, baixo e percussão) e arranjos próprios, apresentei-me no Sesc Consolação.
O ano 2000 veio com muitas e boas novidades para mim. Estreei em Maio o show para lançamento do cd, com a mesma formação do disco, ou seja quarteto de cordas, violão e percussão, apresentei-me no Teatro Crowne Plaza com as participações especiais de Mônica Salmaso e Na Ozzetti, que cantaram comigo “São Paulo” uma canção minha que está no cd e “ Canto em qualquer Canto” parceria de Na e Itamar Asumpção. No mês de Julho, levamos o show na Mirage Music Store em São Paulo. Nesta fui acompanhada por Cíntia Zanco (primeiro violino), Heitor Fujiname (segundo violino), Roberta Marcinkowski (viola), Teresa Cristina Rodrigues (cello), Chico Saraiva (violão) e Gil Barreto (percussão). Em Setembro estivemos no SESC Vila Mariana, onde também ministrei o curso Técnica Vocal aplicada à Canção Brasileira, e em Novembro participamos do Projeto Prata da Casa no SESC Pompéia. Ainda no ano 2000 entrou no ar meu site pessoal (www.reginamachado.com.br) onde se pode ter acesso aos arquivos do cd, fotos, críticas e um histórico da minha carreira.
No ano 2001 além de dar continuidade aos trabalhos iniciados em 2000, relativos ao lançamento do cd, fui convidada por Magda Pucci a compor algumas canções para a trilha do musical OS LUSÍADAS, que estreou em Março na Sala São Paulo, sob direção de Jacov Hillel. Posteriormente foi lançado pela MCD a gravação da trilha.
Em 2002 ingressei, após aprovação em concurso público, como professor associado, MA II D no Instituto de Artes da Unicamp, na função de professora de Canto Popular. Após meu ingresso reformulei a estrutura do curso de Canto possibilitando aos alunos além da aula de técnica vocal aplicada à Canção Popular, um estudo detalhado da voz na canção brasileira na matéria História do Canto na Música Popular Brasileira. Como resultado desse processo, a cada final de semestre os alunos apresentam um espetáculo com o repertório trabalhado, sendo feita também pesquisa de figurino, iluminação etc.
Dando continuidade às minhas atividades artísticas, em 2002 apresentei-me junto com o violonista Chico Saraiva no bar do Hotel Transamérica – São Paulo. No ano de 2004 fui aceita no programa de Mestrado em Música da Unicamp, sob orientação de José Roberto Zan e coorientação de Adriana Giarola Kayama, onde desenvolvo pesquisa sobre a voz na canção brasileira com enfoque sobre os acontecimentos estéticos e artísticos da Vanguarda Paulista.
Em 2004 inaugurei meu selo e editora fonográfica, a CANTO DISCOS com a intenção de viabilizar não só o meu próprio trabalho, mas futuramente produzir outros trabalhos ligados à realização vocal, tanto na música popular quanto erudita. Também em 2004 participei do cd do violonista Leandro Carvalho com o Britton Quintet (Londres), onde cantei You don’t know me, de Caetano Veloso e Big Ben London Poem, peça inédita Heitor Villa-Lobos.
Meu cd, PULSAR, foi lançado em Dezembro de 2004 pelo selo Canto Discos, com arranjos e co-produção de Mário Manga, contamos com as participações de Swami Jr e Itamar Colaço. Este novo trabalho também recebeu muitos elogios da crítica especializada que parece compreender minha proposta de trabalhar a música popular, seja autoral ou não, a partir de uma óptica muito pessoal e dirigida a um público de ouvidos atentos que está aí querendo música de qualidade, mesmo que a grande mídia insista no gosto duvidoso.
Em 2005 fui uma das vinte e quatro finalistas do VIII Premio Visa de Música – Edição Vocal e apresentei um trabalho academico sobre análise do comportamento vocal durante o VI Congresso da Associação Internacional para Pesquisa em Música Popular (America Latina) que ocorreu na cidade de Buenos Aires. Dando continuidade aos trabalhos acadêmicos apresentei, no iníco de 2006, uma análise do comportamento vocal na gravação de “Nego Dito” (Itamar Assumpção), durante o III Congresso Internacional da Associação Brasileira de Etnomusicologia (ABET), que aconteceu no Sesc Pinheiros em São Paulo. Ainda nesse mesmo ano, a convite da Univsersidad Nacional de Cuyo, na provincia de Mendoza, Argentina, apresentei-me no Americanto, evento que reuniu cantores e compositores latinoamericanos, entre eles Mercedes Sosa.
Em 2007 obtive o titulode Mestre em Música pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) com o trabalho “A Voz na Canção Popular Brasileira – um estudo sobre a Vanguarda Paulista.
Em 2008 apresentei-me com Italo Peron no Festival de Inverno de São João Del Rey (MG). Nesse mesmo ano fui aceita no programa de Doutorado do Departamento de Semiótica e Linguística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (USP) sob orientação de Luiz Tatit.
O trabalho de gravãção de meu novo cd, “agora o céu vai ficando claro” teve início no final do ano de 2009 e desde o início de 2010 estamos dando continuidade com shows e entrevistas na divulgação desse novo cd. Como vocês podem conferir aqui no site (blog/agenda) este novo trabalho tem recebido atenção especial da crítica especializada e do público em geral! Ainda neste ano, com previsão para o mes de agosto, será lançado meu livro “A voz na canção popular brasileira – um estudo sobre a Vanguarda Paulista” pelo Ateliê Editorial!



quinta-feira, maio 27th 2010 at 22:42 |
Regina, sou o Cezar Nogueira, daquela aulas de violão (no comecinho), tb/ sou irmão do Stenio Mendes (hoje é meu visinho aqui em Campinas ). Estou morando nesta cidade já há quase 21 anos, fazendo coisas pela necessidade mais material e procurando retomar o violão mais assíduo.
Fico contente de ver que vc. tocou sua vida centrada no objetivo da arte que vc. gosta, e vi que colhe bons frutos disso. Quando vier para Campinas, nos procure: 19 32582965. Um abração
segunda-feira, agosto 9th 2010 at 18:18 |
Regina,
Como vai? Passei para conhecer seu cantinho e desejar muito sucesso com seu novo Cd.Bjs,
Anne